Golfistas do Itanhangá participarão de importantes torneios em janeiro

3 de janeiro, 2018

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Os melhores golfistas amadores brasileiros terão um início de ano repleto de desafios internacionais, que valem importantes pontos para o ranking mundial da categoria: o Sul-Americano Amador e o Latin America Amateur Championship (LAAC).

Entre os dias 13 e 16 de janeiro, o Martindale Country Club, de Pilar, na Argentina, sediará o Sul-Americano Amador. O Brasil será representado por Daniel Ishii, do Itanhangá Golf Club; Herik Machado, Pedro Nagayama e Marcos Negrini, no masculino, e por Beatriz Junqueira, também do Itanhangá; Luiza Altmann, Laura Caetano e Lauren Grinberg, no feminino.

Logo em seguida, a partir do dia 20, terá início o LAAC, no Prince of Wales Country Club, em Santiago, no Chile. O torneio seguirá até o dia 23. O Masters, o R&A (que rege o golfe no mundo todo, com exceção dos EUA e México), a United States Golf Association (que rege o golfe nos EUA e México) e o LAAC, que organizam o evento em conjunto, confirmaram à Confederação Brasileira de Golfe (CBG) os convites para os seguintes competidores: Daniel Ishii, Herik Machado, Pedro Nagayama, Fred Biondi, Rohan Boettcher, Tiago Lobo, Marcos Negrini e Daniel Celestino.

Os brasileiros jogarão com os melhores golfistas do continente no formato stroke play, em 72 buracos. Após 36 buracos haverá um corte, ficando na disputa apenas os 60 jogadores com os melhores resultados e os empatados. Haverá transmissão do jogo na ESPN para todo o mundo.

Um dos principais benefícios do torneio é que o campeão jogará o Masters 2018, desde que mantenha sua condição de amador até lá, além de ter a vaga garantida no British Amateur e no US Amateur, dois dos principais torneios amadores do mundo.

Além disso, os dois primeiros colocados e empatados ganham o direito de disputar as seletivas finais do US Open e do British Open, que, junto com o Masters, são alguns dos mais importantes torneios do golfe profissional mundial.

Os brasileiros viajarão com apoio da CBG e do Comitê Olímpico do Brasil (COB), com recursos da Lei Agnelo Piva.