Boa vida em Melbourne

20 de julho, 2015
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Bondes dividem as ruas com ciclistas e pedestres, e ajudam a compor o cenário da mais europeia das cidades australianas. Melbourne, com seus 4,2 milhões de habitantes, permite uma rotina cheia de escolhas e surpresas, além de oferecer um dos bens mais escassos em qualquer metrópole: tempo. No extremo sul da Austrália, a cidade pôs fim a uma predominância de dez anos da canadense Vancouver e há três anos lidera o ranking de qualidade de vida organizado pelo grupo britânico Economist Intelligence Unit, que analisa itens como saúde, vida em família, emprego e renda, entre outros.

Sua combinação de segurança, infraestrutura, facilidade de locomoção, acesso à saúde e educação de qualidade possibilita ótimo padrão de vida aos moradores e costuma atrair imigrantes. A rotina dos moradores inclui trabalho duro, mas com tempo para a família e para os esportes.

É uma cidade a ser descoberta, de preferência a pé ou de bicicleta. Um dos “escondidos” é o café Manchester Press, na Rankins Lane, bem no centro da cidade.
Para o turista, a dica é se perder pelas ruazinhas, seguir o agito dos moradores e não julgar pela aparência. Passar parte da tarde em um dos charmosos cafés ou curtir o happy hour em um dos inúmeros pubs do centro é descobrir um pouco da rotina local.

O Jardim Botânico faz parte de um conjunto de parques no limite sul do centro, enquanto o Albert Park, entre a cidade e a praia de South Melbourne, é sede anual do Grande Prêmio de Fórmula 1, cujo circuito usa ruas ao redor do amplo lago do parque.